Pesquisar este blog

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Farmácias

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), órgão que regulamenta remédios e produtos medicinais, entre outras funções, havia determinado que as farmácias e drogarias a não poderiam deixar medicamentos que dispensam prescrição médica ao alcance dos clientes, do lado de fora do balcão. Ou seja, aspirinas, antigripais, produtos para a garganta ou gripe. Um desembargador do Supremo Tribunal Federal vetou essa decisão. Pode ser que ele passe muito pelas farmácias.
Vocês ainda não são frequentadores de farmácia, mas já vale o debate. Mesmo sendo remédios que não necessitam de prescrição, os clientes devem ter acesso a eles ou não?

53 comentários:

Anônimo disse...

Eu achei uma tremenda besteira esse negoçio ae, disso eu já sabia, mais olhando por esse lado, nem todo mundo tem tempo e/ou condição de ir no hospital só pra tomar um tylenol, eu achei uma palhaçada, tanta coisa ruim acontecendo e eles vão olhar para ter que ter presquição, esse pais é uma palhaçada.
Gabriel Pontelli 9°B

Daniel disse...

Eu acho que os clientes devem ter acesso a eles sim, pois se o cliente sabe que ao tomar um determinado remédio (uma aspirina, por exemplo) o remédio não dá reação negativa (mal-estar, vômitos), pra quê o cara tem que ir até o balcão pedir pro farmacêutico, sendo que ao alcance dos clientes, é mais rápido e prático?


Daniel Lemos - 9A

Fifty disse...

Meu isso depende do seu ponto de vista pois tem pessoas com bom senço outras que por falta de instruções se automedicam errado e pessoas que querem fikar doidonas sei lá mais que se automeicam erradamente propositalmente.Se depender de mim eu acho que poderiam estar a mostra esses produtos, mas também nao fas mal a ninguem ter uma instrução e nao passar mal.

Matheus disse...

Uma coisa não ficou clara para mim, eles querem restringir o acesso para só aqueles que tem prescrição?

MarinaMonteiro(L disse...

concordo com o Fifty,
tem pessoas que sabem teoricamente o que devem tomar e a quantidade...
as vezes nao eh nem por querer , se automedica sem saber a quantidade podendo exagerar na dose trazendo problemas inclusive a morte em alguns casos.
o problema é que eu acho que mesmo com isso , vai ter casos de automedicação dando errado, por escesso porem eu acho que vai diminuir

Marina 1ºA

Anônimo disse...

bom primeiro concordo com a lei pois as farmácias estavam virando lojas de conveniência onde qualquer uma pegava o que achava certo,não custa nada chegar para o Farmacêutico e dizer eu quero remédio para dor de cabeça não sair pegando qualquer coisa que você acha certo bom mas essa lei é só para evitar os loucos de plantão que pegam remédio de garganta para dor de cabeça mas acho que não custa nada pedir ao farmacêutico fugindo um pouco do assunto acho que outra coisa que eles deviam evitar seriam as farmácias caseiras onde as pessoas vão guardando restos de remédios em casa e o remédio pode estar vencido ou outra coisa do gênero

Rafael Giovannini 8a

Germano disse...

@Matheus
Queriam que todos os tipos de remédios, com ou sem necessidade de prescrição, fossem vendidos no balcão com o farmaceutico. Hoje em dia, se não há prescrição, não há necessidade de pedir no balcão.

Daniel disse...

Eu acho que não tem problema nenhum vender esse tipo de remedio ao alcance dos clientes, são remedios de efeito minimo, para tratar pequenas infecções. Seria algum problema se colocassem remedios que podem vir a cauzar efeitos colaterais no cliente.

VitinhoxD_8A disse...

acho que os clientes só podem pegar remédios por indicação médica ou por pessoas da família que já tenham usado e estão recomendando...tambem porque se um cliente pega seus remédios sem saber pode acabar tendo problemas com eles mesmos...Mas não sei quanto ao caso de pedir indicação um uma opinião do farmacêutico,pois ele, mesmo sabendo dos remédios e tudo,pode estar errado na opinião.Mas quanto a lei eu concordo.

Anônimo disse...

Também acho que não ha necessidade de que remédios como aspirina tenham prescrição médica, afinal esses tipos de remédios ja são bem conhecidos pelas pessoas, mas remédios muito fortes ou com efeitos colaterais graves só com balconista e com prescriçao médica.

Thabata 9ºB

esther vega disse...

a sei lá, depende muito da pessoa, o Daniel tem razão, mas depende do rémedio, se a pessoa quiser ser prejudicada, não são todos os remedios que não causam reações negativas. sei lá, meu ponto de vista.

rafacartoni disse...

Eu acho que foi bom, pois, evita que algumas pessoas se automediquem errado, e para aquelas pessoas que sabem se automedicar também não vai matar ter que ir até o balcão.

Rafael Cartoni 8°A

rafacartoni disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nicole disse...

Eu acho q depende... Porque existem alguns remédios q não é preciso prescrisão medica q nos pode trazer risco... Mas por outro lado... Outros remédios não são tão perigosos assim.. Então acredito que eles devem reavaliar esta decisão

Bella disse...

Mesmo os remedios nao sendo tão perigosos assim, tem gente que morre por exagero de vitaminas ( que nao fazem mal nenhum) mas em excesso podem fazer e muito mal à saude. Concordo que não custa ir até o balcão porque o farmaceutico com certeza deve saber mais do que a gente em relaçao a esse assunto, (ou pelo menos devia).

Martha :) disse...

concordo com a Bella. Tem gente que toma remédio que nem droga. Exagero mata, é obvio. E tambem se remedio nao viciasse nao iria se chamar DROGAria... E se por exemplo, se os remedios estivessem TODOS ao alcance dos consumidores, com certeza aumentaria o nivel de exesso.

Matheus disse...

"pois se o cliente sabe que ao tomar um determinado remédio (uma aspirina, por exemplo) o remédio não dá reação negativa (mal-estar, vômitos)" Tá ai se o cliente SOUBER que ao tomar tal remédio ele em teoria pode, mas vai me dizer que você já não tomou um remédio desconhecido (ou que não havia tomado antes) sem consulta prévia do médico porque um amigo seu tomou ou sua mãe disse que melhora? Ok, talvez você não tenha tomado mas já ouvi falar de casos que os caras se automedicão, tem alergia e vão pro hospital por causa de uma coisa boba que nem "Estomazil" ou então outro que morreu por choque anafilático depois que ingeriu aspirina.
Mas ainda assim creio que na verdade, isso talvez não seja desculpa porque é uma camada muito pequena que é atingida pela alergia a essas substâncias, da mesma forma que tem gente que se mata (ou tenta) usando medicamento.
Entretanto impedir o cara de compra na hora, não vai impedir ele de comprar o remédio se ele não tiver conhecimento prévio de alguma substância presente que possa levar a alguma complicação e ele acabar no hospital (ou pior) por causa disso ainda que ele compre no balcão, o que é inevitável se ele tiver uma dor de cabeça, então o que nesse caso seria melhor(em teoria) era incentivar a leitura da bula porque se o cara souber de alguma alergia ele vai evitar o uso daquele medicamento. O que nos deixa só com o caso do suicídio que acontece raramente e também seria inevitável porque isso não impediria ele de comprar.
Analisando conclui que Talvez evitasse alguns casos Raros de suicídio e alergia, o que na verdade não mudaria muita coisa.

OBS:Eu só peguei emprestado o comentário do Daniel para poder explicar melhor eu até concordo com ele em partes.

Rafael 8° B disse...

a eu acho q tem remedios q não precisam de perscrição medic por exemplo vc ta com dor de cabeça vc vai te q i no hospital pro medico te da uma receita pra vc compra o remedio, pô toma logo uma neosaldina

rafael 8°B

Rafael 8° B disse...

eu acho isso um babaquisse pq o cara ta com dor de cabeça ele vai te q i no hospital pega uma receita do medico a toma logo uma neosaldina

Rafael disse...

não acho q deve ter perscrição a pessoa tem q ter responsabilidade de saber o q está tomando ea a quantidade do que esta tomando

Rafael 8°B

Rafael 8°B disse...

pra mim a pessoa tem que saber o que esta tomando e saber das consequencias a minha que pode causar na minha opinião se o remedio não estiver com perscricão medica na~ovejo problema no consumidor pegar normalmente sem ter que ir no balcão coisa que iria demorar mais

Anônimo disse...

acho que não há nescessidade da pessoa ir até o balcão desde que ela saiba as consequecias que o remedio pode causar para ela

Rafael 8°B

Lucas Rosamilha disse...

Ah não sei, acho que se a pessoa toma o remédio e faz mal pra ela, não é por acaso. Pra mim essa lei não é legal não, afinal não é todo mundo que tem tempo pra ir ao médico só pra tomar uma aspirina. =)

Matheus A.C [1°A] disse...

Sou contra, além de dar mais trabalho ao funcionário, acredito que isso vá atrapalhar bastante o atendimento aos clientes, porque o farmacêutico vai ter que lidar com letra de médico e agora também com as pessoas que poderiam pegar rapidamente o medicamento, acredito que isso vá afetar nos preços dos medicamentos.
Também tem o fato de que meu coroa trabalha com remédio(rs...) que antes eram pegos com mais facilidade agora pra ele fica meio difícil, até porque antes tinham até comparação de preços então geralmente escolhiam o mais "em conta", logo não dá pra comparar, atrapalhando o consumidor até...

Paula disse...

O que é necessário, não é deixar os remédios fora de alcance dos clientes, e sim os manter informados sobre o uso adequado deles.Esses remédios podem não precisam de prescrição médica, mas precisam sim de orientação !
Enfim, acho que todos devem ter acesso a esses remédios !

Paula 1A

Anônimo disse...

Acredito que essa seja uma maneira encontrada para, entre tantas outras coisas, prevenir a dependência de medicamentos. O farmacêutico consciente, atrás de seu balcão, com certeza perceberá quando a Dona Maria vier pela terceira vez na semana comprar aspirina. Isso não é comum, é sinal de que há alguma coisa errada e pode ser corrigida. Acho fácil dizer “Esse país é uma merda, é péssimo, só tem coisas ruins” quando muito provavelmente, se a lei não tivesse sido vetada, todos se acostumariam e daqui a dez anos achariam até mesmo estranho comentarem que medicamentos eram deixados ao alcance do cliente. Pena que a lei foi vetada, creio que ajudaria e muito, além de que pedir o remédio para o rapaz atrás do balcão não faz mal nem mata o tempo de ninguém.

Felipe Luna, 1ª A.

Germano disse...

@Martha
Não são todos os remédios que viciam, somente os de tarja preta. Chama-se DROGAria porque vendem drogas, que são substâncias com efeitos no nosso organismo. Extrato de maracujá é uma droga.
O valor que você quis colocar é posterior ao da origem da palavra.

Bella disse...

Gente é mesmo tão ruim assim ir no balcão e se manter bem informado quanto ao medicamento??? Não mata ninguém.
Mas você tem que obrigatoriamente estar com prescriçao medica para comprar o remedio??

Ana* disse...

Eu concordo com a maioria dos comentarios , de que não faz mal ir até o balcão, mas vendo por outro lado , o fato de estar no balcão não vai impedir que alguem tome um remedio que não precisse, talvez até isso consiga diminuir o exagero , mas tanto faz também, porque se um cliente disser que quer tantos remedios, como não precisa de prescrição o vendedor vai acabar vendendo a quantidade que ele quiser.

Ana Carolina Rossi - 9°A

Daniel Russo 9° A disse...

Se for desse jeito a farmacia vai ser menos procurada, porque vai ser mais facil ir pro hospital que eles ja te dão o remédio.E se se as pessoas forem mais para os hospitais eles vão ficar superlotados.

Paula disse...

Nossa! escreví muito errado lá em cima !

O que é necessário, não é deixar os remédios fora de alcance dos clientes, é sim manter as pessoas informadas sobre o uso adequado deles.Esses remédios podem não precisar de prescrição médica, mas precisam sim de orientação !
Enfim, acho que todos devem ter acesso aos remédios, assim não concordo com essa decisão!

Acho que melhorou !

Paula 1A

Anônimo disse...

Paulo e João - 9A

Nós não concordamos, porquê chega ser um exagero de não deixar os medicamentos não prescritos por médicos a disposição dos clientes que já sabem oquê iram comprar.

Porém, os farmaceuticos devem auxiliar na compra e escolha dos produtos.

larissa 9ºB disse...

ahh gente pra quem conviveu comogo no ano passado sabe que eu vivia na enfermaria, e apesar da zoação eu normalmente ia porque presisava, eu não tenho o cosyume de ir na farmacia, mas os problemas de saude da familia acabam levando minha mãe na farmecia pra pegar tylenol, coristina D entre outros remedios "basicos" se ela ja demora só pegando em pra teleiras imagina se ela tiver que ir em um balcão, e os casos de suicidio e vicio não sã TÃO altos por isso acho que ta bom do jeito que ta

João 9A disse...

Eu sou contra, é uma perda de tempo isso, esses remédios que ficam fora é para facilitar, você pega, paga o produto e depois vai embora. Não é preciso ficar indo até o balcão pedir o remédio esperar o atendente achar o remédio e depois ir pagar ainda; Eu acho uma perda de tempo.

Giancarlo disse...

Remédio é coisa séria. Até o remédio mais inutil se usado de maneira errada pode acarretar problemas. Por isso acho sim que os remedios não podem ficar ao alcançe do cliente.

@Bella
Se o remédio necessitar de prescrição médica, é necessário.

Gi disse...

eu acho que eles deveriam sim ter acesso aos remédios que não precisam de prescrição médica, porque se eles tivessem que pedir ajuda aos funcionários, não iria ter funcionário o suficiente para atender a todos que queiram os remédios, porque são muito os clientes.

Rafael Cartoni 9°A disse...

Respondendo a pergunta da Bella, não, nçao é preciso de prescrição médica, e isso o Rafael do 8°B também não entendeu.

sarah disse...

Na minha opinião eles estão corretos em fazer isso ,pois há algumas pessoas que por uma simples dorzinha de cabaça já ia na farmácia e comprava um remédio,e até alguns que se drogavam com remédios.Minha avó ela dormia bem a tarde e de noite tomava remédio para dormir falando que não dormia se não tomasse.
Eu acho que eles agiram corretamente!!;)

Vitor 9º.A disse...

Eu concordo com o Cartoni , pois a pessoas que sentem uma dor de cabeça e acham que uma aspirina vai resolver,mas pode ser algo pior e assim só vai camuflar um problema mais grave que será muito mais difícil de ser tratado por que o sujeito teve preguiça de ir ao medico ou ao menos no balcão da farmácia.
E quarta-feira esta ouvindo uma medica falando no Canal Globonews que o Brasil é o terceiro pais com o maior numero de viciados em remédio do mundo.
Mas mesmos com prescrições medicas o numero de viciados vem aumentando.
http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1504091-5598,00USO+ABUSIVO+DE+REMEDIOS+SUPERA+O+DE+DROGAS+DIZ+ONU.html

Vitor de Almeida 9º.A

Bia disse...

Eu acho que os comprimidos deveriam ser vendidos apenas no balcão e com perscrição médica. Um exemplo é quando uma pessoa que está com dor de cabeça vai até a farmácia e compra um anador em comprimido, logo a dor de cabeça melhora e quando volta novamente ela toma mais um ( ou seja ela nem espera fazer o efeito).

Beatriz 9ºB

Anônimo disse...

meu sério isso é ridículo...
sempre que precisar de um remédio vai ter que ter receita médica?
tipo se eu estiver só com uma gripe ou até mesmo com o nariz escorrendo vou ter que ir ao médico pra pedir receita vou ter que pagar pra isso fala sério...
ou se for em hospital público deve ser mo fila só pra pedir receita sabe... eu descordo com a decisão qeu esse cara aí tomou eu acho que os remédios básicos tipo que são simples deviam sim estar no alcance de qualquer cliente...

olha nem sei se alguém ja deu uma opnião igual mas é que fiquei com preguiça de ler todos os 40 QUARENTA comentários...

Kim 1B
beijinhos! :D

Anônimo disse...

Acho que eles não deviam ter acesso a esses remédios, pois a automedicação é muito perigosa.
Sarah Goulart 9ºA

Abner disse...

Meu pra que uma pessoa que ta com dor de cabeça ou febre vai chega no farmaceutico e pergunta que remedio serve pra isso???é so ir la e pedir um tilenol.Se for alguma coisa mais grave ou cronica ai sim a pessoa deve ir ao medico.se ela tomar quantidade exagerada a culpa nao vai ser do governo nem do farmaceutico, vai ser da pessoa.Agora imagine se 500 pessoas da mesma regiao da cidade tiverem dor de cabeça ao mesmo tempo,e todas tiverem que ir ao hospital, é provavel que a maioria va ao hospital publico pq é de graça, e ai esses hospitais vao lotar, ai a pessoa que levou um tiro de bala perdida nao vai ser atendida pq tem 500 pessoas com dor de cabeça e é so ir na farmacia e pegar um remedinho?. Isso é muito irritante.Tanta coisa mais importante pra se preocupar e vai se preocupar se as pessoas sabem ou nao tomar um remedinho simples, nao digo que isso nao seja importante mas tem coisas que nesse momento sao mais importantes.

Abner 1B

Anônimo disse...

eu descordo do Gian... pq meu se pensar bem, sempre que eu estiver com gripe ou sei lá vou te que ir ao médico pedir a receita pra poder pegar o remédio? daí fica difícil neah?
claro que até os remédios mais comuns usados de forma incorreta podem afetar o corpo mas ainda acho que deviam deixar a desposição das pessoas que frequentam as farmácias...

Kim 1B

Abner disse...

EX: Os idosos tem o sistema imunologico mais vulneravel que o das pessoas mais novas, ai derrepente da um surto de gripe incomun nunca vista, e ai todo mundo tem que ir ao medico pegar uma receitinha, os idosos vao ser atendidos primeiros, até todos os idosos serem atendidos varias pessoas ja morreram, porque?? porque tinha que ir no hospital pegar uma receita para simplismente comprar uma nelsaudina.É osso viu...

Giancarlo disse...

@Kim

Eu eu entendi errado, ou vc entendeu errado.
Não é que todos os remédios vão precisar de receita. é so que, mesmo os remedios que não precisam de receita media, devem ficar atras do balcão, isso é, longe do alcançe de todos.
Então, se você quer ir a farmacia comprar um remedio para dor de cabeça, vc vai ter que ir até o balcão para pedir. pelomenos foi assim que eu entendi. Nada de receita para todos os remedios

João disse...

ah, depende, se o cliente tiver consciente do que ele vai fazer, acho que sim, mais como em todo lugar tem gente que nao tem a minima noção das coisas, fica naquelas, sem saber se deixa ao alcance ou nao.

Anônimo disse...

Paulo-9A

Eu acho isso um exagero eles podem botar os remedios que não presisão de ficha medica fora dos balcões mas podem colocar farmaceuticos para auxiliar os clientes

Raquel disse...

eu concordo com @Abner !!

Eu acho que se uma pessoa está com dor de cabeça, não precisa ir até um hospital, esperar na fila enorme (que no "lindo" caso do Brasil a espera no SUS é de MUITOS dias) só pra pegar uma receita e conseguir comprar uma Novalgina, Neosaldina, Tylenol, qualquer coisa do gênero..
É claro que existem casos e mais casos, se a dor persistir vai no médico e vê o que ele fala.
No caso da pessoa ser alérgica a alguma substância, bom o médico não vai falar se vc é alérgico ou não, pq nem ele sabe, é preciso exames e os médicos de hoje estão nem aí pra saúde das pessoas (vamos ser sinceros e cair na real) e mesmo se estiverem, eles não vão te pedir pra fazer um exame pra ver se vc é alérgico a isso ou aquilo,só de vc passar por lá e falar que está com dor de cabeça, eles já passam logo o remédio e pronto.
Concluindo, eu acho que essa lei não vai dar certo, vai só aumentar o desespero das pessoas, o tempo de espera, e não vai ser cumprida totalmente.

Raquel Simionato 1ºA

Danilo Cavalcante 9A disse...

os remedios deveriam ficar fora do alcance para a farmácia ter um controle melhor de seus medicamentos e nao ficar dando os remedios livremente mas tambem tem o ponto que se eles colocarem ao alcance pode facilitar a compra e ficar mais rapido

giuliana1903 disse...

Na minha opinião isso não tem nenhum sentido, começa uma simples dor de cabeça e a pessoa não remédio em casa, ai ela vai ter que ir no hospital pra pedir a receita de um simples remédio pra uma simples dor de cabeça? Nossa isso não tem nada haver.

Naty 9°B disse...

Concordo plenamente com o Fifty. Depende do ponto de vista. Hoje em dia não confiamos muito nas pessoas, mas felizmente ainda existem pessoas com que não precisamos nos preocupar. Deixar os remédios ao acesso dos clientes é um direito, pois vai que ela está doente, e precisa urgentemente de um ASS?! Ela sabe que isso faz melhorar. É só saber usar a cabeça! Se você não sabe qual remédio usar, oque custa perguntar informações (não mata ninguém!).

Anônimo disse...

Não tem necessidade nenhuma de ir até o balcão e pedir ao farmacêutico um remédio que não tem prescrição médica.